O que faz esse personagem ser ele?
Antes dos detalhes, existe uma intenção. Um personagem pode transmitir força, leveza, humor ou mistério. Reunir referências e descrever essa personalidade ajuda a criar uma direção compartilhada entre quem imagina e quem modela.
Vale observar a silhueta, a postura e as proporções. Uma referência de cor pode conversar com outra de expressão. O objetivo é organizar o universo visual e deixar claro o que é essencial para o projeto.
A forma também conversa com a produção.
A modelagem não termina na tela. Escala, divisão das peças, encaixes e acabamento precisam entrar no planejamento quando o destino é um objeto físico. Essas escolhas podem ser discutidas durante o desenvolvimento, sem esperar o arquivo final.
Revisões em etapas ajudam a concentrar a conversa: primeiro a estrutura, depois a expressão, por fim os detalhes. Registrar as decisões deixa o processo mais claro para todas as pessoas envolvidas.
A última camada pode ser de cor.
Pintura e acabamento oferecem outra oportunidade de dar personalidade à peça. Um estudo de paleta ajuda a aproximar as expectativas antes de começar. Também é útil decidir como o objeto será exibido ou fotografado.
A Casa reúne modelagem, impressão e pintura como partes de uma mesma conversa. Se você tem uma ideia, comece pelas referências e pelo que gostaria de sentir ao ver a peça pronta.
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